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sábado, 7 de maio de 2011

MADEIRAS DE REFLORESTAMENTO


Hoje, a construção civil inova-se com novas possibilidades de evolução sem destruição.
Madeiras que no passado eram vistas como não utilizáveis, para construção civil por exemplo, adquiriram novos conceitos.
O Pinus, que é hoje uma realidade no mundo 
das madeiras, se apresenta como uma das 
principais opções dentre o comércio de madeira 
tratada legalizada. E construir com madeira tratada significa não somente usar material direcionado especialmente para este fim, como também contribuir com a valorização da vida.

Este tipo de produção de madeiras é uma eficaz forma de preservarmos a natureza e em consequencia também a saúde e o bem estar de todos.
É importante lembrarmos que pinus tratado é o resultado da concepção de desenvolvimento sustentável, onde a produção planejada, o reflorestamento, e a legalidade ambiental, agrega mais do que preço ao produto; e sim a marca de preservação do ser humano e do meio ambiente.    Construir sem destruir!
(Christiano Borges Figueiró
academico em Publicidade e Propaganda)

segunda-feira, 14 de março de 2011

O Carpinteiro e o Marceneiro

Diz-se que há uma grande diferença entre Carpinteiro e Marceneiro, sendo este último o profissional que trabalha a madeira com mais arte, com cuidados mais refinados, produzindo objetos que exigem maior aformoseamento. O Carpinteiro é um profissional indispensável na construção civil, sendo ele o responsável pela construção de fôrmas de madeira para enchimento de concreto, ou trabalhos de estrutura de telhados, ou esquadrias de portas e janelas, quando de madeira. A palavra carpintaria é originária do latim carpentarius, que seria o construtor de carros, daí significando o trabalho de madeira mais bruto, ou mais pesado.
Já o Marceneiro, em geral, não trabalha nas obras de construção civil, cuidando mais dos complementos em móveis, tais como a construção de armários, estantes, mesas, camas etc
Segundo o Ministério do Trabalho, o marceneiro entra em contato freqüentemente com produtos tóxicos e ruídos intenso, o que pode ser prejudicial à sua saúde.
Mas não são somente o ruído e os produtos que podem prejudicar a saúde deste profissional. Como trabalham sob encomenda, muitas vezes, a pressão de entregar o produto na data marcada faz com que o carpinteiro trabalhe em situação de estresse.
Além disso, a alta temperatura a que é submetido durante o processo de modelação da madeira também pode lhe fazer mal.
Para se proteger dos riscos a que está exposto, o carpinteiro e o marceneiro deve utilizar equipamento de proteção individual, que no seu caso seriam luvas, tampão de orelhas e, em alguns casos, óculos para se proteger de luz intensa.
Na luta para melhorar as condições de vida em seu meio ambiente, o homem adotou diversas espécies de habilitação, valendo-se dos materiais disponíveis e de acordo com as condições de sua região, cada grupo social, formou seu tipo de moradia. Sua única função é dar proteção contra o sol, chuva, frio, calor ou ataque de animais. Os carpinteiros criaram habitações mais ou menos padronizada

Fonte: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística 

domingo, 13 de fevereiro de 2011

Mito: O Pinus deteriora o solo

Pesquisas mostram que na verdade a espécie tem uma capacidade de se adaptar a solos pobres, como poucos   
quarta, 12 de janeiro de 2011 

Pesquisas desmentem que a espécie pode prejudicar a qualidade do solo

Muitos são ainda aqueles que acreditam que o eucalipto e o pinus prejudicam a qualidade do solo. O Painel Florestal já revelou várias vezes, através de matérias, que essas afirmações não passam de mitos.
Na terça-feira, 11 de Janeiro deste ano, o Jornal Nacional, da Rede Globo, exibiu uma reportagem abordando a preservação do Parque Nacional do Iguaçu. Entre os pontos discutidos estavam às ameaças que rodeiam o Parque.
Uma plantação de eucalipto que existe do lado argentino foi apontada como uma delas. E a justificativa para o cultivo se tornar o vilão foi uma afirmação que contraria as pesquisas: “o pinus faz com que o solo se deteriore de tal forma que não serve para outra coisa a não ser crescer o pinus e nada mais que o pinus”.
De acordo com o diretor-executivo da Abraf (Associação Brasileira de Produtores de Florestas Plantadas) , César Reis, a informação não tem o menor sentido. “De maneira alguma que o pinus empobrece o solo. Essa é uma cultura igual a qualquer outra. Não há motivos para nenhuma restrição”, afirma.
A confusão pode estar em torno da capacidade da espécie de se adaptar a solos extremamente inférteis. “É uma besteira falar que o pinus prejudica a qualidade do solo. O que acontece, é que essas árvores toleram condições de solo muito pobre. Às vezes um tipo de solo que não nasceria nem capim, o pinus consegue se adaptar”, explica o pesquisador da Embrapa Florestas (Colombo, PR), João Antonio Pereira Fowler.
As afirmações em “defesa” da espécie podem ser provadas através de pesquisas e estudos realizados pela entidade. “A Embrapa Florestas já fez várias pesquisas nesse sentindo e ficou comprovado que o pinus não gera nenhum prejuízo ao solo”, afirma o pesquisador.
Fonte: Painel Florestal
(http://painelflorestal.com.br/noticias/pinus/10522/mito-o-pinus-deteriora-o-solo)